quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Uma tese chamada: Verdade

“Já lutei para que meu sobrenome fosse ‘diferença’
A poucos quis inventar uma palavra
Com um pouco mais de igualdade.
Mas não tive permissão para tal mudança.
Fui criada pela minha consciência
Talvez ela seja a parte mais predominante em mim.
Como se ela tivesse sido ‘posta’ em meu corpo
Para dar continuidade a uma obra que ela criou
Mas não agüentou a vivência.
Juntou em mim, crença e perseverança
Que vou mudar o mundo
Antes que ele, por sua vez, faça mudança sobre mim.
Sou a sobrevivente que ela acredita eternizar sua tese.
‘A verdade domina qualquer ato.
Se freqüente conquista qualquer sonho.
Junto dela se faz crer que a dor
É um mal necessário e passageiro
Para darmos valor ao que se tem’
Se a verdade pudesse ser dita, sem ser questionada,
Seria simples, ser ela, dona de todo diálogo.”