“Acreditei que o silêncio me traria a solução
Parece que estou morando de aluguel
Em mim mesma
A sensação de estar sendo julgada
O medo de ser condenada
E a constante procura de 'provas'
Que possam me inocentar
Juntar testemunhas
E fazer com que o júri acredite em mim.
Não quero ter que lutar
Pela minha ‘liberdade’ de expressão
O crime foi feito quando desejei esse silêncio
Me tornei criminosa quando deixei de acreditar
Quando troquei de moradia
Quando procurei ser feliz 'sozinha'
Egoísmo meu, quando achei que o tempo passava
A favor da minha vontade
Desse crime não se tem punição alheia
Mas me confesso culpada”
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