sexta-feira, 17 de julho de 2009

Mentiras, vestidas de verdade

“Quando pequena eu acreditava em Papai Noel
E em como ele trazia meus presentes.
Fantasias que não passaram de pura invenção.
Por muito tempo acreditei que família,
Era sinal de união, respeito e amor ao irmão.
Uma crença que só existe na ficção.
Minha vida se tornou voltada ao amor entre homem e mulher.
Acreditei que essa combinação fosse um complemento exato.
Uma história, contada pelos antigos, denominada “lenda”.
Confiei na esperança, ouvia dizer que ela era a última que morre, até morrer em mim.
E por poucos bons tempos, construí um 'lugar' lindo.
Esse só me serviu pra deixar saudades.
Então que venham novas mentiras, vestidas de verdade.
Para que eu possa, mesmo que sendo enganada, acreditar em algo outra vez.”

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